Reitor não descarta sindicância para apurar caso da policial que foi barrada na UEPB

Escrito por em 1 de novembro de 2017

A Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) está apurando o caso de uma policial militar que teria sido impedida de realizar uma prova porque teria comparecido à sala de aula fardada e usando arma-de-fogo.  O reitor da UEPB, Rangel Júnior, não descarta abrir uma sindicância para apurar os fatos, mas afirmou que se trata de um caso isolado na universidade, que tem que ser avaliado à luz da legislação e do bom senso.

“A princípio, pelo menos, a nossa experiência primeira nos orienta que a primeira coisa que certamente terá, em decorrência, será uma abertura de sindicância, para averiguar responsabilidades, se houve alguma conduta equivocada, alguma coisa que vai de encontro às regras de conduta interna da universidade”, explicou Rangel. Só depois essa apuração ele pretende tomar uma posição.

O procurador-geral e o ouvidor-geral da UEPB foram na manhã de hoje ao município de Guarabira, onde houve o problema, e tiveram várias reuniões com direção e conselho de centro, alunos e a comunidade acadêmica, bem como mantiveram um primeiro contato com o Comando da Polícia Militar. Mas novamente devem se reunir na tarde desta quarta-feira com o Comando da PM, para elaborar um relatório.

O reitor disse que, segundo as informações que chegaram a ele, o que levou ao conflito não foi apenas o fardamento, foi a “exibição de arma e rádio comunicador, como se ela estivesse em uma operação militar”.

“A professora se sentiu constrangida com isso, até porque se ela estava em serviço, ela poderia fazer a prova em outro dia”, relatou o reitor, que vai aguardar o relatório da Procuradoria e da Ouvidoria, para tomar uma posição.

 

 

 

Com ClickPB

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