![Maringá 98 FM — As psicólogas Paloma Alencar e Mariana Vieira concederam entrevista nesta quarta-feira (13) ao Jornal Maringá, da Rádio Maringá, em Pombal, e abordaram os impactos psicológicos enfrentados por mulheres em relacionamentos abusivos e por crianças que vivenciam situações de violência e trauma. Durante a conversa, as profissionais destacaram que mulheres que passam por relações tóxicas, agressões físicas, psicológicas e abuso sexual costumam apresentar sintomas como ansiedade medo constante, baixa autoestima e dificuldade de romper o ciclo de violência. Segundo elas, o acolhimento familiar, o apoio da rede de proteção e o acompanhamento psicológico são fundamentais para o processo de recuperação. As […]](https://maringa98fm.com.br/wp-content/uploads/2026/05/IMG-20260513-WA0175.webp)
As psicólogas Paloma Alencar e Mariana Vieira concederam entrevista nesta quarta-feira (13) ao Jornal Maringá, da Rádio Maringá 98 FM, em Pombal, e abordaram os impactos psicológicos enfrentados por mulheres em relacionamentos abusivos e por crianças que vivenciam situações de violência e trauma.
Durante a conversa, as profissionais destacaram que mulheres que passam por relações tóxicas, agressões físicas, psicológicas e abuso sexual costumam apresentar sintomas como ansiedade, medo constante, baixa autoestima e dificuldade de romper o ciclo de violência. Segundo elas, o acolhimento familiar, o apoio da rede de proteção e o acompanhamento psicológico são fundamentais para o processo de recuperação.
As psicólogas também chamaram atenção para os danos emocionais causados em crianças expostas a agressões, conflitos familiares e abuso sexual. Entre os sinais de alerta, estão mudanças bruscas de comportamento, isolamento, dificuldades de aprendizagem, irritabilidade e medo excessivo.
Na entrevista, Paloma e Mariana reforçaram a importância de buscar ajuda profissional e denunciar situações de violência às autoridades competentes. Elas enfatizaram que o tratamento psicológico, aliado ao apoio social e institucional, é essencial para romper ciclos de violência e promover a reconstrução da saúde mental das vítimas.
Confira a entrevista a partir dos 58m26s, no link abaixo.
https://www.youtube.com/live/PgGpPkZ9Tao?si=kgdkxECHpRPwi0-7