![Maringá 98 FM — A Polícia Federal prendeu, nesta quinta-feira (5), um homem de 35 anos suspeito de utilizar documentos falsos para receber indevidamente um benefício social em Princesa Isabel, no Sertão da Paraíba. A ação integra a terceira fase da Operação Alter Ego, realizada também em Osasco, São Paulo. Segundo as investigações, o suspeito teria criado uma identidade falsa para abrir contas bancárias, obter cartões de crédito e receber um benefício pago pelo município de Princesa Isabel desde 2017. O homem já havia sido condenado, em 2022, a seis anos de reclusão por crimes de furto e previstos no Estatuto da Criança e do […]](https://maringa98fm.com.br/wp-content/uploads/2026/11/PF.webp)
A Polícia Federal prendeu, nesta quinta-feira (5), um homem de 35 anos suspeito de utilizar documentos falsos para receber indevidamente um benefício social em Princesa Isabel, no Sertão da Paraíba. A ação integra a terceira fase da Operação Alter Ego, realizada também em Osasco, São Paulo.
Segundo as investigações, o suspeito teria criado uma identidade falsa para abrir contas bancárias, obter cartões de crédito e receber um benefício pago pelo município de Princesa Isabel desde 2017.
O homem já havia sido condenado, em 2022, a seis anos de reclusão por crimes de furto e previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Após a condenação, ele teria fugido para Osasco, onde passou a utilizar a identidade falsa.
Durante a operação, foram cumpridos mandados de busca e apreensão na residência do investigado, em Osasco. A Justiça Federal também determinou o bloqueio de R$ 11.892 em contas bancárias. Além disso, foi executado um mandado de prisão referente à condenação anterior, já transitada em julgado.
O suspeito deverá passar por audiência de custódia e poderá responder por falsidade ideológica, uso de documentos falsos, falsa identidade e estelionato majorado, caso sejam comprovados os crimes investigados.
Outras fases da Operação Alter Ego
A primeira fase foi realizada em 27 de outubro, em Campina Grande, e investigou um idoso suspeito de utilizar identidade falsa para receber o Benefício de Prestação Continuada (BPC/Loas) por mais de dez anos. O prejuízo estimado ultrapassou R$ 108 mil.
Já a segunda fase, deflagrada em 29 de outubro, teve como alvo uma mulher suspeita de utilizar documentos falsos para receber o BPC/Loas e uma aposentadoria por invalidez do INSS. Nesse caso, o prejuízo estimado ultrapassava R$ 109 mil.
Nas duas etapas, foram cumpridos mandados de busca e apreensão, além de determinações judiciais para o sequestro de valores mantidos em contas bancárias dos investigados.
Fonte: Jornal da Paraíba